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Kofre News

Mercado de aplicativos e suas tendências de desenvolvimento para 2017

Conforme dados de 2016 da FVG (Fundação Getúlio Vargas), o mercado de aplicativos é um dos mais interessantes aos olhos de empreendedores iniciantes. Ora, somente no Brasil, temos um número de 168 milhões de smartphones ativos.

Para o responsável pela coordenação dos cursos de administração e de gestão de TI  da Fiap, Cláudio Carvajal, o ramo de aplicativos tem oportunidades atraentes para empreendedores. Segundo ele, “É possível oferecer soluções para empresas, consumidores e poder público”.

Para Carvajal, é possível antecipar etapas de uma compra através de um smartphone, uma vez que sua experiência de compra é um misto de mundo físico e virtual. Por exemplo, o consumidor pode reservar seu produto pela internet e ir retirá-lo numa loja física. A experiência de venda omnichanel surge então, como uma nova possibilidade de negócio para estes empreendedores.

Outra inovação é a inteligência artificial, que são, mais precisamente, os softwares de atendimento ao cliente e assistente pessoais, que com certeza, terá seu uso cada vez mais frequente nos anos que virão. Produtos que usamos na nossa rotina, como eletrodomésticos e meio de transporte, que tem a capacidade e facilidade de serem conectados à internet são mais uma tendência.

Podemos citar, além dessas tendências, a internet das coisas, a Realidade virtual e aumentada e os aplicativos que solucionam problemas sociais.

 Para quem almeja desenvolver um aplicativo, mas não possui conhecimentos que são necessários no universo da programação, é sugerido o uso de sites de desenvolvimento. Carvajal recomenda dois serviços, pois as plataformas estão cada vez mais refinadas, e, além disso, transmitem uma mensagem de empoderamento, de que todos são capazes de desenvolver um aplicativo.

Segundo Cláudio Carvajal, existem alguns segmentos da economia que oferecem um maior potencial de desenvolvimento e ascensão para empreendedores do mercado de apps. “As áreas do varejo, transporte, saúde, educação, finanças e industrias têm boas perspectivas”, afirma o professor.